80% dos consumidores farão compras de Natal, mas 79% pretendem gastar menos


A grande maioria (80%) dos consumidores planeja fazer compras para as festas de Natal, mas 79% gastarão menos com presentes para comemorar a data. As constatações são da sondagem nacional Hábitos de Consumo da Boa Vista SCPC, que revelou ainda que a pretensão de gastar menos e comprar menos presentes se acentua nas classes D/E (84% e 82%), assim como por região: na Sudeste, com 79% e 77%, respectivamente.

Dos que irão às compras neste Natal, 38% presentearão no máximo até duas pessoas e o ticket médio não ultrapassará o valor de R$ 51,40; um crescimento de 6,4% em relação ao ticket médio de 2015. Nas classes D/E o ticket médio por presente será de R$ 45, aumentando para R$ 56 na classe C e R$ 76 nas classes A/B. No que se refere ao valor pretendido para gastar com os presentes, de modo geral, 59% gastarão no máximo R$ 50 por pessoa. No Sudeste, o percentual é de 61% das menções. As compras serão realizadas na sua maioria, em lojas de departamentos, centros comerciais, galerias e hipermercados (38%), seguidos de lojas de rua (35%) e shopping centers (27%). 
Comparado ao ano anterior, passa de 67% para 73% o total de consumidores que irão pagar à vista as compras de Natal e Final de Ano. De acordo com a pesquisa da Boa Vista SCPC, o principal meio de pagamento será o dinheiro com 49% das menções, seguido por 33% para cartão de débito. O dinheiro será o meio de pagamento mais utilizado em todas as regiões, e o cartão de débito terá maior utilização entre os consumidores da região Sudeste (38%).

Os outros 27% dos consumidores pagarão a maior parte de suas compras de forma parcelada, sendo o cartão de crédito o meio de pagamento a ser utilizado por 83% deles. Na região Sudeste, 26% dos consumidores irão parcelar suas compras e 80% farão uso deste meio de pagamento.

Para 20% dos respondentes que não pretendem comprar presentes, os principais motivos para essa contenção de gastos são: 40% já estão endividados e os outros 39% desempregados, percentual que em 2015 registrava 21% das menções, um crescimento de 18 p.p. (pontos percentuais). Outro motivo é a necessidade de priorizar o pagamento das contas da casa, de 11% para 17%.

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