Número de brasileiros com o "nome sujo" chega a 60 milhões de pessoas


Mais de 60 milhões de brasileiros estão com o "nome sujo" na praça, segundo dados divulgados pelo Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC Brasil, e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, a CNDL. Os dados divulgados nesta sexta-feira (9) constataram o maior patamar de pessoas endividadas, em dois anos.

De acordo com o levantamento, na passagem de abril para maio, sem ajuste sazonal, o número de pessoas com o nome sujo aumentou 1,31 por cento. A maior alta desde março de 2015, de 2,20 por cento. Ao todo, cerca de 60 milhões e cem mil pessoas estão com restrições ao CPF, enfrentando problemas para contratar empréstimos, financiamentos ou realizar compras parceladas. Esse total de pessoas representa quase 40 por cento da população brasileira adulta.

De acordo com a pesquisa, as contas que os inadimplentes mais atrasaram em maio foram as de serviços básicos, como água e luz, com alta de 6,71 por cento. Nos demais setores analisados houve queda. Entre os serviços de comunicação, que incluem contas de telefonia, TV por assinatura e internet, a queda foi de -15,30 por cento. Os atrasos no comércio caíram -4,42 por cento, ao passo que as dívidas bancárias como cartão de crédito, empréstimos, financiamentos e seguros, apresentaram queda de -2,46 por cento no volume de atrasos em maio.

Reportagem: João Paulo Machado

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